terça-feira, 7 de setembro de 2010

QUEM É O SEU PORTO-SEGURO?

Ele ou ela existe, eu sei que existe. Pode ser um amigo que você chama de irmão, mas de vez em nunca troca uns beijos; aquela ficante eventual que o nome está bem gravado na memória do celular como: "step" ou aquele ex-namorado de quem você recebe visitinhas surpresas... Tanto faz o gênero do rolo, a questão é, quando bate a carência naquelas épocas em que a fila não está andando, qual é a primeira pessoa de quem você se lembra? Então meu bem, essa carinha que surgiu aí na sua cabeça é a do chamado PORTO-SEGURO.
Poderia ser um contrato de ajuda mútua em que ambos se distraem juntos em falta de alguém melhor, mas sem compromissos, sem exigências e ACIMA DE TUDO sem sentimentos envolvidos para que não resulte em machucados. O problema caríssimo, é que o porto-seguro geralmente morre de amores por você e fica sempre esperando a próxima oportunidade de ficar do seu lado com a esperança de te conquistar definitivamente (doce ilusão!). Isso siginifica que alguém vai se sair muito machucado desse flashback e, dessa vez, você não vai ser o mocinho ou a mocinha da situação. (Sabe aquela comunidade "Se eu te amo assim a culpa é sua?").
Vou te contar uma histórinha dramática, porque eu AMO contar histórias, principalmente as dramáticas. Lúcia namorava um tal de FODÃO há uns seis meses (o cara faz parte daquele site eu me acho.com) e estava indo tudo aparentemente bem entre os dois até que o dito-cujo pede um tempo no namoro, dizendo que a ama muito, mas precisa de um tempo para pegar todas, quer dizer, para pensar sobre o que quer da vida. Lúcia sofre, porém tenta compreendê-lo e, enquanto FODÃO busca inspiração espiritual nas baladas e bebe suas lágrimas nos copos de vodka, minha amiga compreensiva o espera fielmente na escuridão do seu quarto. Volta e meia recebe ligações do ex, scraps, depoimentos e sms com declarações de amor o que a mantém presa à espera. Ai eu pergunto... FODÃO ama Lúcia? Ele alcançará a lucidez que só uma noite de cervejada no bar pode trazer? Respondam em coro NÃAAAAAO.
A Lúcia é o porto-seguro do ex. Ele sabe que, se não se arranjar com alguma piriguete por aí, vai ter um amor sincero o esperando. Amor esse que não o completa, pois, caso contrário, não haveria espaço dentro dele para se aventurar a perdê-la (estou errada?). Existem, contudo, momentos em que a tal da seca torna pessoas que normalmente não são egoístas (FODÃO não se enquadra aqui) a agirem egoisticamente, satisfazendo suas necessidades a custa de quem lhes quer de coração.
Se você não tem coragem de dar um basta em alguma espécie de relação semelhante a que descrevi e volta-e-meia vai desembarcar no seu porto-seguro, amigo, cuidado! Tenho certeza que você também já foi porto-seguro um dia ou ainda será. Imagine a sensação de ser usado, última opção, descartável. Ás vezes você até gosta da pessoa, mas não como ela quer que goste. Se é incapaz de satisfazer as expectativas que colocam sobre você, diga isso claramente. Não espere encontrar lucidez em um apaixonado, sempre vemos o que queremos ver e precisamos de alguém para colocar as cartas na mesa e nos mostrar qual é o verdadeiro jogo.
Não quero ser porto-seguro, quero que alguém conduza o barco junto comigo!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

NINGUÉM MORRE DE AMOR!


O comentário do amigo Marcelo sobre o texto anterior me fez sentir na obrigação de escrever um post relacionado a este tema, principalmente, porque, por coincidência, estive falando sobre isso com algumas amigas esta semana e chegamos a uma feliz conclusão: de fato NINGUÉM MORRE DE AMOR (ufa, graças a Deus)! BUT, sempre existe um but, há uma questãozinha... É possível morrer por falta daquele amor do qual eu tanto falo neste blog, o amor-próprio. Ah! Vale a pena lembrar que às vezes não morremos fisicamente, mas morremos emocionalmente. Boys and girls, vocês já gostaram tanto, tanto de alguém que aquela pessoinha se tornou a razão da sua existência?! Uma espécie de amor tão cego que nos afasta dos amigos, da família e de todo o planeta terra, pois o nosso mundo se restringe a um único ser? No começo isso pode parecer romantiquérrimo (é a fase da bolha, um dia explico o que é isso), porém, com o tempo, vira doença. Antes de nos ligarmos a alguém, precisamos primeiro aprender a conviver com a nossa individualidade. Vejo pessoas que pulam de um relacionamento para o outro por não gostarem da suposta solidão e se considerarem ultra carentes, mas, pôxa será que o seu eu, aquela partezinha que depende inteiramente de você, também não está sofrendo de carência e precisando da sua companhia? Parece falta de modéstia, mas gosto de dizer: Quando estou SÓ comigo, estou com TANTA gente. Isso não é por eu ter um ego inflado, muito pelo contrário, vivo recarregando minha auto-estima, porque tem dias em que ela chega no chão, por outro lado, adoooro minha companhia. Eu e mim assistimos tv juntas, conversamos, cantamos, rimos e convivemos com outras pessoas. Quando Deus colocar no meu caminho aquele homem que, apesar de imperfeito, conseguirá se acomodar perfeitamente a minha vida, espero estar pronta para aceitar a individualidade dele, visto reconhecer a importância da minha própria individualidade. Neste momento terei preenchido os espaços que só meu amor-próprio pode preencher e deixarei que o dito cujo ocupe a parte que está destinada a ele e não mais do que isso. Não quero um amor-necessidade, não quero alguém para dar sentido para minha vida. Por favor, também não queira isso! Relacionamentos inter-pessoais podem acabar, já o INTRA-PESSOAL fica para sempre. Se o seu namoro, rolo ou casamento acabar, Deus te apoiará, seus amigos e família também, entretanto, além deles, é necessário que apoie a si mesmo. OUTROS BRAÇOS TE ACOLHEM, MAS SÓ SUAS PERNAS TE SUSTENTAM! Pensa nisso... É um pedido. Se você for cabeça dura, é uma ordem. Obs.: Meus amigos ou conhecidos curiosos que passarem aqui para ver o que significa esse blog, deixem um comentário anônimo caso estiverem com vergonha. Vou ficar feliz de saber que você passou aqui.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

POR QUE GOSTAR NÃO É O SUFICIENTE?

Hello friend!

Esse tema aí é complicado, mas como você já passou, está passando ou ainda vai passar por isso, é bom conversarmos logo sobre o assunto.
Você pode até dizer que é super auto-suficiente, sabe se divertir sozinho e está altamente comprometido consigo mesmo, ainda assim, (confessa!), faz falta ter alguém, né? Muito mais do que a questão sexual, os relacionamentos nos oferecem (ou pelo menos deveriam), a oportunidade de compartilhar a vida com alguém, construir sonhos juntos, dividir problemas, além de que é uma graça ver um casal fófi de mãos dadas. Imagina a cena: o bonitinho e a bonitinha abraçadinhos! Tudo gatésimo, mas... Correspondendo a minha fama de ser dramática, quero falar do lado obscuro das relações (risadinha maléfica).
Muitas vezes nos mantemos presos a um namoro que obviamente não está nos trazendo felicidade pelo fato de que gostamos da pessoa, entretanto, é importante saber que GOSTAR NÃO É O SUFICIENTE! São condições indispensáveis para a manutenção de um relacionamento a presença de amor e respeito entre as DUAS PARTES, pois não adianta que só você se envolva e se doe com sinceridade quando o outro não retribui da mesma forma. Além disso, qual é o futuro de um casal que se diz completamente apaixonado e, no entanto, vive brigando, discutindo e nunca entra em consenso?
O mais complicado no final de um namoro é quando ainda existe sentimento, mas razões superiores a nossa vontade nos obrigam a optar pela ruptura ou levam o outro a fazê-lo. As razões podem ser traição, desgate, distância física, brigas constantes, interesse por outra pessoa, entre outros. Por outro lado, às vezes estamos certos de que já não existe sentimento, mas persistimos na relação por medo de magoar a pessoa, de não encontrar outro amor ou de não estar fazendo a coisa certa. Neste caso eu repito uma frase do livro: A sombra do Vento de Carlos Ruiz Zaflón:
"No momento em que paramos para pensar se gostamos de alguém, já deixámos de gostar dessa pessoa para sempre.."
Não leve isto ao pé da letra, mas saiba de três coisas:
  1. Ficar com uma pessoa por medo de fazê-la sofrer com o fim da relação é a pior coisa que se pode fazer, pois a estará privando de encontrar alguém que a ame como você não conseguiu amar.
  2. Sentir-se profundamente atraído por um terceiro ao ponto de desejar estar com ele, pode indicar que algo não vai bem no seu namoro, pois demontra que ainda existe um espaço dentro de você que não foi plenamente preenchido por seu atual companheiro.
Quando seu relacionamento estiver em crise, coloque na balança os pontos positivos e negativos da relação.
AMOR QUE É AMOR MESMO CONTRIBUI PARA A SUA FELICIDADE!



Kisses and hugs

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

AUTO-ESTIMA NÃO SE COMPRA

"E saiu da cabeleireira toda contente, pois havia acabado de pagar R$...,00 por uma nova vida ."

Recuso-me a escrever a frase anterior na primeira pessoa e não me acuse por isto, porque você também poderia ser o sujeito dessa oração ou vai me dizer que nunca mudou o visual esperando assim
também mudar de vida? Investir em si mesmo está longe de ser um erro, da mesma forma que o sonho de repaginar sua imagem externa pode e deve se tornar realidade quando a situação financeira permitir, contudo colega, quero te avisar que o seu interior nem sempre acompanha as alterações do seu visu.
Quando mudamos o cabelo e compramos roupas novas, muitas vezes estamos tentando nos libertar do nosso eu fracassado
, daquela pessoinha insignificante que se sente um pedacinho de coisa nenhuma. Compreendo o que é esse sentimento que brota das profundezas de nossa baixo-estima e nos faz sentir um completo zero a esquerda. Em posse de um estilo modificado, acreditamos que podemos nos tornar outro alguém...
Ás vezes não parece que todas as pessoas são muito mais felizes do que a gente e que suas vidas são perfeitas comparadas à nossa? É como se os outros vivessem cercados por amigos, possuíssem um relacionamento estável, o emprego perfeito e não enfrentassem problemas diários. Quer saber um master segredo? Por mais nada que você se sinta, sempre haverá um filho da mãe morrendo de inveja de você. O mistério da vida é que a grama do vizinho sempre nos parece mais verde, mas se olharmos pela janela da casa ao lado, veremos que a realidade alheia não é tão cor-de-rosa como imaginamos.
Estava acostumada a desdenhar de livros de auto-ajuda dizendo que eram uma fonte de renda para escritores medianos e elegi a Bíblia como único livro capaz de realmente auxiliar o ser humano. Embora minha opinião quanto a isso não tenha mudado de todo, hoje já não uso de generalizações para classificar esse tipo de leitura, pois acho que devemos correr atrás da reconstrução de nosso amor-próprio, afinal de contas, meu blog possui o objetivo de motivar aqueles que estão pendengando por aí.
Neste momento estou lendo o livro de Rafael B. Corrêa ," Autoconfiante: Segredos da Confiança Inabalável", porque tomei conhecimento de algumas verdades que preciso dividir com vocês:
  1. Não adianta acreditar que o mundo é mau, cheio de gente falsa que só quer te ver pelas costas e se considerar uma pobre vítima: ninguém vai ficar com pena nem te consolar (talvez só sua mãe ou seu pai).
  2. Pare de ampliar a proporção e intensidade dos seus problemas como se fosse o único sofredor do planeta. Amigo, desculpa dizer, mas você é só mais um nesse universo infinito.
  3. Não subestime mais o ser humano maravilhoso que carrega aí dentro, porque está dando respaldo para que os outros façam o mesmo.
Modifique mil vezes sua imagem se isso te faz feliz, contudo, reconstrua sua auto-confiança definitivamente e de uma só vez.

terça-feira, 6 de julho de 2010

O BEIJO PERDIDO: UM PEQUENO CONTO DE REVEILLON


Encontra-se perdido um beijo que foi negado, realizou-se apenas na imaginação de ambos: daquele que o pediu e daquela que o negou. Estranha conclusão ter este beijo também se concretizado nos sonhos da mesma que o evitou através de palavras enfáticas, mas dêem a ela a possibilidade de dizer que pessoas racionais sabem esperar a hora certa, mesmo que, para tanto, precisem sufocar as próprias vontades. Os seres que agem pela razão são os que mais sofrem para controlar suas emoções. Ela o achou tão bonito e interessante e foi conhecê-lo logo em uma noite de Reveillón - data que desperta pensamentos românticos até nos mais céticos mortais. Pensou que ele pudesse ser seu presente de ano novo, mas, como decepções são inevitáveis, logo o viu preso à outra boca, abraçado à outra silhueta de mulher. Longe de se sentir triste, ela esqueceu em seguida o flerte malogrado, afinal de contas nem se podia chamar aquilo de flerte já que não havia sido vista, apenas cuidara de observar até então. Quando já não esperava mais nada e até mesmo havia perdido aquele rosto masculino entre a pequena multidão que festejava o ano bom, um acaso, uma frase solta ou uma surdez momentânea fez com que ela aceitasse a proposta de ser apresentada por uma amiga ao rapaz (que naquele instante já se encontrava novamente disponível). Se tivesse compreendido que era essa apresentação o conteúdo da proposta, certamente não teria aceitado por orgulho e timidez, mas talvez exista destino ou coincidência, pois a tal surdez levou-a a ouvir outra coisa qualquer então aceitou a oferta da amiga e só se deu conta do que se tratava quando o tal moço já estava ao seu lado. Conversaram por uma hora, duas, três... Quem sabe? A noção de tempo se perdeu, ela só sabia admirar os olhos que estavam a sua frente e analisar cada gesto a fim de compreender o que significava aquele momento. Tinham tanto em comum, em especial o fato de se atraírem mutuamente por uma mão amiga ou até divina... Que seja! Não se pretende comentar aqui quem foi o cupido, apenas dizer que a surpresa foi recíproca e tudo fluía tão naturalmente que causava dúvidas quanto a possibilidade de estar mesmo acontecendo. A banda já não tocava, os amigos dela queriam ir embora, uma briga ferrenha havia saído a poucos centímetros de distância, mas de nada se davam conta. Perceberam apenas que o tempo era escasso e que poucos minutos teriam para pesar a importância de estarem juntos, juntos por pouco tempo. Nenhum dos dois morava naquela cidadezinha onde acontecia a festa, no outro dia seguiriam para lugares diferentes, tudo o que poderiam carregar seriam lembranças de uma conversa e de um... Beijo? Ele pediu um pouco sem jeito, ela negou. Não negou, porque não o desejasse e também não apenas por temer o resto de saliva que sobrara da outra na boca dele, mas, acima de tudo, porque não queria simplesmente uma lembrança efêmera. Ela sonha com um amor sincero, fruto de uma paixão ardente que, ao se esfriar, ainda permaneça em forma de carinho, materializado no sentimento verdadeiro que sobrevive as chamas. O que sabia sobre ele além de seu nome? Quem poderia afirmar que suas histórias eram verdadeiras? O que restaria após o beijo? Deixaria nele mais um gosto de batom misturado ao batom da primeira, de forma que ele nem saberia distinguir qual das duas havia lhe marcado realmente. A moça marcou-lhe com palavras que talvez sejam esquecidas, perdidas como o beijo que não foi dado, ignoradas por um rapaz em busca de somente mais uma boca para beijar. Quem pode afirmar o contrário?

sábado, 26 de junho de 2010

Qual é a dele, héim?!


“Verborrágica,

Tenho um amigo que é lindo, engraçado, fofo e inteligente. A gente se conhece há uns 4 meses e, como fazemos cursinho juntos, nos vemos todos os dias. Ele é super atencioso, sempre nota quando mudo alguma coisa no visual (tipo quando fiz luzes) e faz de tudo pra chamar minha atenção. Acho que ele está muito afim de mim, porque vive dando indiretas, por exemplo: “você está conversando muito com fulano, héim?! Vou ficar com ciúmes”. O problema é que, apesar de tantas evidências, esse meu amigo ainda não chegou em mim! Na verdade nunca conversamos fora do cursinho, até já aconteceu da gente se encontrar em uma festa da sala, mas não rolou nada, só ficamos de papo com a galera e logo ele foi embora dizendo que tinha outra festa pra ir. Acho que ele ainda não me chamou pra sair, porque tem medo de levar uma cortada e depois ficar um clima chato. Será que eu devo chegar nele?

Lúcia.”


Mais uma vez a Lúcia vem nos dar o gosto da sua presença inocente e sonhadora entre nós, verborrágicas. Lembram-se dela naquele post intitulado “Homens”? Amiga Lúcia, suas histórias certamente soam familiares para muitas de nós.
Vamos chamar seu colega de “Ed” para facilitar a compreensão. O Ed te envia todos os sinais de que está interessado: é atencioso, percebe mudanças no seu visual, com certeza até elogia, joga indiretas. Entretanto, na hora h de correr para o abraço e dizer: “Lúcia, tô louquinho por você”, o bichinho não dá as caras!!! E o pior! Na única oportunidade concreta que tiveram para ficar juntos ele foi embora rapidinho, porque tinha outro compromisso... Caríssima, a meu ver, sua situação pode ter três desfechos:
1. O Ed tem algum rolo ou namorada por aí e você é um passatempo, típica segunda opção. Vai ficar guardadinha na geladeira e SE algum dia ele terminar com a talzinha, TALVEZ se lembre de você;
2. Ele é gay e a senhorita é a amiguinha querida do cursinho. Esta opção dispensa mais comentários;
3. O cara é hétero e solteiro, só que faz parte de um time que eu, particularmente, abomino: “Os falsos pegadores”. São aqueles otários que dão em cima de todos os saiotes que encontram pela frente, mas, nunca, nunca mesmo, passam da fase dos xavequinhos e indiretas. Eles se contentam em demonstrar sua masculinidade em público e não estão nem aí para a menina que está sendo iludida por suas enxurradas de besteiras. Pra resumir, são jogadores que treinam, treinam, mas nunca entram em campo. Captou?
Existe também a possibilidade de você estar tão afim do Ed que criou toda uma falsa expectativa sobre atitudes dele que não demonstram um real interesse. Às vezes o cara é só gente boa.
O importante é: O Ed não quer te beijar! Se quisesse (retorne ao post “Homens”), teria mil e um meios de se aproximar: msn, sms e ajuda de amigos no caso de ser tímido ou na caruda mesmo. Medo de levar um toco não é razão o bastante para um moleque que está pirando na testoterna, perder a chance de ficar com a garota dos sonhos dele.
Outra coisa. Uma pessoa de credibilidade me disse que essa história de “sinais” faz muito mais parte do comportamento feminino. Os homens, por excelência, partem para as atitudes propriamente ditas.
Se apesar das evidências que apontei, eu ainda não tiver te convencido que o Ed’vagar é bola fora, então faça o seguinte. Peça para a sua melhor amiga do cursinho, a que for mais confiável, jogar uma historinha assim no rapaz:
- Você e a Lúcia, héim?! Só de conversinha. Quando é que vocês vão sair desse lenga lenga?
Vê lá o que o Ed responde e depois me manda outro e-mail contando se eu estava errada.

Kisses,

Verborrágica.

(Baseado no livro: Ele não está tão afim de você)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mulheres que Tomam a Iniciativa

Elas são poderosas, elas são auto-confiantes, elas têm lábia, elas...Definitivamente não sou uma delas.

Segundo o livro "Por que os Homens fazem sexo e as Mulheres fazem amor?", a definição dos papéis de cada um na hora da conquista (eles caçam e nós somos a presa), é uma consequência da própria evolução da espécie se considerarmos que a figura masculina era a responsável por buscar o sustento do clã através da caça, enquanto a figura feminina cuidava do lar. Séculos e séculos depois, quando a questão da igualdade entre os sexos já está saturada, ainda existe um código de conduta que norteia o "passo-a-passo" da paquera: os homens chegam, as mulheres esperam.
Peeeeeeeeeeeraí! Quer dizer que se uma das poderosas ali de cima quiser partir para o ataque, isto está socialmente proibido?! Também não é assim. Padrões sociais existem para serem seguidos ou não. A investida feminina pode até dar certo, depende apenas de se saber com qual tipo de "caça" ela está lidando e escolher o melhor método de aproximação.
Excesso de auto-confiança pode assustar o alvo, por isso é aconselhável uma abordagem mais sutil. Sabe quando você está em um lugar e, "sem querer", dá uma esbarradinha naquele bonitinho? (Essa é velha kkkk). Sutilezas... Sutilezas.
Ainda assim, apesar dos cuidados que se deve tomar na hora de abordá-los, sabe-se que a maioria dos sunguinhas tem uma mentalidade altamente machista e um ego gigantesco. A sensação de que perderam o controle da situação e se tornaram o agente passivo da paquera, pode desestabilizá-los e impedir o sucesso da investida. Por outro lado tenho amigos que acham o máximo serem xavecados por uma mulher. Gosto é gosto, né?!
Agora a opinião da escritora. Faço o estilo romanticazinha (razão de me ferrar tanto!), por isso ainda curto aquele clima de “estou sendo cortejada” (putz, que palavra out). Para equilibrar a balança acho que devemos enviar os sinais típicos: sorrisos, aquela jogada sensacional de cabelo e, acima de tudo, o olhar penetrante. A gente envia o sinal e deixa a parte mais difícil pra eles que é a de chegar, engrenar um papo legal e conquistar o espaço. Pra quê iríamos querer mais trabalho se eles já nos cansam tanto?!

Hugs sisters.